Ressort: Medizintechnologie
Pesquisadores cultivaram células cerebrais humanas em um microchip e as treinaram para jogar o videogame Doom. O experimento mostra como redes neurais artificiais poderiam utilizar inteligência biológica – e abre novas questões para a pesquisa cerebral.
Cientistas alcançaram um avanço na neuroteconologia: ScienceAlert relata que células cerebrais humanas cultivadas em um chip aprenderam a jogar o videogame Doom. As células formaram uma rede neural funcional que processava entradas e tomava decisões – semelhante a uma rede artificial treinada.
O experimento demonstra que neurônios biológicos não são apenas objetos passivos de pesquisa, mas aprendem ativamente e se adaptam a novas tarefas. "Estamos apenas começando a arranhar a superfície do que essas culturas neurais podem alcançar", cita ScienceAlert os pesquisadores envolvidos. O sistema combina células cerebrais vivas com eletrônica – uma arquitetura híbrida que oferece potencial para modelos computacionais completamente novos.
Em paralelo a esses avanços, outros estudos alertam sobre as consequências à saúde dos estilos de vida modernos. ScienceAlert relata que milhares de varreduras cerebrais mostram: trabalho em turnos e turnos noturnos deixam marcas mensuráveis no cérebro. A boa notícia: essas mudanças poderiam ser reversíveis se os padrões de sono se normalizarem.
O risco de demência em mulheres também está em foco. Um novo estudo, que ScienceAlert documenta, identifica fatores específicos que moldam o risco – independentemente da maior expectativa de vida das mulheres. Simultaneamente, pesquisadores resolvem um enigma de décadas: ScienceAlert explica por que as estatinas causam dores musculares em alguns pacientes, um "problema muito real que precisa de uma solução".
Os avanços em neuroteconologia e pesquisa cerebral mostram como a ciência atual trabalha de forma diversificada – desde cérebros artificiais em chips até a prevenção de doenças neurológicas.
Fontes
14:001/06/2026sciencealert.com
