
Seção: Wahlen
No domingo, a Colômbia decide sobre a sucessão de Gustavo Petro. O candidato de esquerda Iván Cepeda é considerado grande favorito – mas um segundo turno é provável. Ao fundo, o conflito com o Equador sobre tarifas alfandegárias se intensifica.
A Colômbia vota em 31 de maio sobre seu próximo presidente. France24 relata que o primeiro turno entre o herdeiro do petrismo Iván Cepeda e dois candidatos da direita dura – Paloma Valencia e Abelardo de la Espriella – decide quem avança para um segundo turno. Cepeda lidera as pesquisas claramente, mas uma segunda rodada é considerada provável.
A campanha ocorre sob condições tensas. Courrierinternational documenta que a retórica de campanha é descrita como "perigosamente inflamável" – especialmente sobre o acordo de paz, que divide fundamentalmente os candidatos. Enquanto Cepeda defende o acordo com as FARC, Valencia e De la Espriella o rejeitam ou exigem renegociações.
A situação de segurança permanece tensa. Apesar da promessa de Petro de uma "paz total", o país registra novas ondas de violência. Mediapart relata reportagens do departamento de Cauca, onde grupos armados e crime organizado continuam aterrorizando a população. O próximo presidente deve enfrentar esse desafio.
Em paralelo, um conflito diplomático com o Equador se intensifica. investing.com informa que o governo colombiano acusa o presidente equatoriano Daniel Noboa de se "intencionalmente" interferir na eleição. Noboa anunciou que a partir de 1º de junho eliminará tarifas sobre produtos colombianos – uma medida que a Colômbia considera interferência eleitoral, pois beneficiaria um candidato da oposição. Bogotá chama isso de "fraudulento" e "interferência eleitoral".
Na votação em si, regras claras se aplicam: El Espectador esclarece que os eleitores podem votar com carteira de identidade, passaporte ou cédula digital – senhas ou anúncios não são permitidos. A Registraduría (autoridade eleitoral) precisou os requisitos.
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